08 maio 2011

Dia das Mães























Ave Maria, cheia de graças,
O Senhor é convosco.
Bendita sois Vós entre as mulheres
E bendito é o fruto do Vosso ventre, Jesus.
Santa Maria, Mãe de Deus,
Rogai por nós pecadores
Agora e na hora da nossa morte.
Amém!




"Honrar o pai e a mãe não é somente respeitá-los, mas também assisti-los nas suas necessidades; proporcionar-lhes o repouso na velhice; cercá-los de solicitude, como eles fizeram por nós na infância." (Allan Kardec)




Mães (Jeanne Geyer)

Para ser mãe não basta carregar o filho no ventre, é preciso muito mais.

Para mim, ser mãe é uma força da natureza tão forte, que sua energia transforma seres.

Será pouco? Penso que não. E para fazer jus às mulheres que não carregaram filhos no ventre e nem por isto são menos mães, estou me dirigindo às mães por vocação. A mãe que adota, a mãe que cuida dos sobrinhos e dos filhos alheios como professora, evangelizadora ou voluntária em creches para crianças carentes.

As mães que devotam dias e noites nos hospitais, cuidando de doentes de todas as idades, com amor maternal, o mais apto a promover a cura.

As mães abandonadas nos asilos.

As mães maltratadas pelos filhos e maridos.

As mães que abandonam seus filhos em momentos que só a Deus cabe julgar e depois sofrerão as conseqüências de seu ato.

As mães que estão na prisão por crimes ou roubos.

As mães que perderam seus filhos e convivem com a imensa e diária dor.

As mães que trabalham, administram a casa e ainda acham tempo para olhar o caderno dos filhos, e fazer carinhos e brincadeiras.

As mães que são cuidadoras, administradoras, economistas, pedagogas, psicólogas, e diplomatas, tudo isto em um só ambiente: o lar.

Porque mãe não é tudo isto (uma super mulher como faz parecer a mídia) o que distingue uma mãe é seu amor incondicional pelos filhos.

Fico pensando que Deus nos criou assim imperfeitas, muitas vezes chatas, super exigentes ou displicentes, para que os filhos sejam criados por seres mortais, não super heróis que jamais existirão na sociedade, mas que saberão (e isto só Deus sabe por que) exatamente o que cada filho necessita.

E debaixo do seu imenso amor, estas mulheres frágeis, fortes, inseguras ou seguras demais, são capazes de forjar um caráter para o bem ou para o mal.
Deus que tudo vê só nos pede o amor que ultrapassa todas as fronteiras, o amor que supera todos os desafios.

Deus, cuida de todas as mães, as que cumpriram sua missão na terra, e as que falharam também, oferecendo outra oportunidade.

Fizeste da mulher a depositária de teu amor durante nove meses. Deste a ela a oportunidade e o dever de formar seres.

Neste dia e em todos os dias de nossas vidas, nos ampare nesta tarefa abençoada.

Dez Palavras (Desconheço O Autor)











05 maio 2011

Amigo Ingrato (Pelo Espírito Joanna De Ângelis. Psicografia: Divaldo Franco)


















Causa-te surpresa o fato de ser o teu acusador de agora, o amigo aturdido de ontem, que um dia pediu-te abrigo ao coração gentil e ora não te concede ensejo, sequer, para esclarecimentos.

Despertas, espantado, ante a relação de impiedosas queixas que guardava de ti, ele que recebeu, dos teus lábios e da tua paciência, as excelentes lições de bondade e de sabedoria, com as quais cresceu emocional e culturalmente.

Percebes, acabrunhado, que as tuas palavras foram, pelo teu amigo, transformadas em relhos com os quais, neste momento, te rasga as carnes da alma, ele, que sempre se refugiou no teu conforto moral.

Reprocha-te a conduta, o companheiro que recebeste com carinho, sustentando-lhe a fragilidade e contornando as suas reações de temperamento agressivo.

Tornou-se, de um para outro momento, dono da verdade e chama-te mentiroso.

Ofereceste-lhe licor estimulante e recebes vinagre de volta.

Doaste-lhe coragem para a luta, e retribui-te com o desânimo para que fracasses.

Ele pretende as estrelas e empurra-te para o pântano.

Repleta-se de amor e descarrega bílis na tua memória, ameaçando-te sem palavras.

Não te desalentes!

O mundo é impermanente.

O afeto de hoje torna-se o adversário de amanhã.

As mãos que perfumas e beijas, serão, talvez, as que te esbofetearão, carregadas de urze.

Há mais crucificadores do que solidários na via de redenção.

Esquecem-se, os homens, do bem recebido, transformando-se em cobradores cruéis, sem possuírem qualquer crédito.

Talvez o teu amigo te inveje a paz, a irrestrita confiança em Deus, e, por isto, quer perturbar-te.

Persevera, tranqüilo!

Ele e isto, esta provação, passarão logo, menos o que és, o que faças.

Se erraste, e ele te azorraga, alegra-te, e resgata o teu equívoco.

Se estás inocente, credita-lhe as tuas dores atuais, que te aprimoram e te aproximam de Deus.

Não lhe guardes rancor.

Recorda que foi um amigo, quem traiu e acusou Jesus; outro amigo negou-O, três vezes consecutivas, e os demais amigos fugiram dEle.

Quase todos O abandonaram e O censuraram, tributando-Lhe a responsabilidade pelo medo e pelas dores que passaram a experimentar. Todavia, Ele não os censurou, não os abandonou e voltou a buscá-los, inspirá-los e conduzi-los de volta ao reino de Deus, por amá-los em demasia.

Assim, não te permitas afligir, nem perturbar pelas acusações do teu amigo, que está enfermo e não sabe, porque a ingratidão, a impiedade e a indiferença são psicopatologias muito graves no organismo social e humano da Terra dos nossos dias.

04 maio 2011

Serenidade (Pelo Espírito Joanna De Ângelis. Livro: "Dimensões da Verdade". Psicografia: Divaldo Pereira Franco)

















A faina incessante da vida moderna, a sede de conforto supérfluo,a ânsia pelo prazer exorbitante, as demandas injustificáveis, são apresentados invariavelmente como fatores básicos para explicarem os desequilíbrios da emoção que atormenta o homem.

Não há tempo senão para viver.

Viver bem, fruindo as concessões aligeiradas que o corpo enseja - a meta para a grande maioria.

E semelhante a aventureiro ávido de prazer, larga-se a criatura no cipoal das lutas, empenhando os valores de que dispõe, continuando, no entanto, inquieta, aflita.

Educa-se ou se vai educando para o triunfo fácil.

Disciplina-se ou deixa-se disciplinar antegozando o sabor da vitória em sociedade.

Instrui-se ou deixa-se instruir para vencer...

Educar-se, no entanto, para conhecer, peregrinando pelos meandros da dor humana, a fim de solucionar os milenários enigmas do espírito encarnado; disciplinar-se com o objetivo de renovar as disposições íntimas, no sentido da evolução espiritual; instruir-se para vencer a sombra da ignorância, tendo em vista o impositivo da vitória sobre si mesmo, são diretrizes desconsideradas por muitos que, todavia, possibilitam a felicidade em termos reais e duradouros.

De tal conquista frui o homem a satisfação da serenidade.

Marco Aurélio, referindo-se à tranqüilidade, em suas Meditações, denominava como "tranqüilo - um espírito bem ordenado".

A serenidade é o estado de ordem que tranqüiliza interiormente.

Ordem que nasce da educação disciplinada pelo exercício do dever e esclarecida pela instrução que amplia as possibilidades do conhecimento.

Acredita-se erradamente que para a serenidade são indispensáveis o conforto, a independência econômica, a estabilidade conjugal, a saúde e outros ingredientes externos considerados essenciais e raros de reunir-se num mesmo afortunado indivíduo.

Alguns cristãos, na atualidade, justificam a falta de silêncio para cultivarem a serenidade. Outros dizem-se atormentados por problemas e informam que tudo são convites ruidoso ao desalinho da mente, à enfermidade nervosa, ao desajustamento. ..

Com "olhos de ver" e "ouvidos de ouvir" naturalmente se podem descobrir fontes ricas de belezas capazes de banhar a alma de paz e harmonia.

Painéis invulgares se desenham num raio de sol, numa estrela que fulge, num sorriso de criança, num farfalhar de folhas levemente balouçadas por brisas ciciantes, no tamborilar da chuva no telhado, numa ave ligeira bailando no ar, na harmonia e no colorido de uma flor, em mil nonadas..., convidando à serenidade, a "um espírito bem ordenado".

"Não vos afadigueis pela posse do ouro", disse o Mestre.

A posse exaure aquele que possui.

"O meu reino não é deste mundo", explicou o Senhor.

Em face de tais lições é que Jesus, embora sem encontrar entre os companheiros quem se identificasse com a sua mensagem de amor, amou e serviu a todos indistintamente e quando, mais tarde, sofreu o desprezo dos que mais se beneficiaram da Sua Presença, expulso da compreensão dos que d’Ele dependiam no vozerio da perseguição em invulgar soledade, manteve-Se sereno, acenando com bênçãos para os infelizes e amando os próprios algozes na mais eminente demonstração de que serenidade com paz íntima é conquista do espírito, independente das excentricidades do mundo do mundo das formas.

03 maio 2011

Para Refletir (Pelo Espírito Emmanuel)


















“O homem não pode nutrir a pretensão de retificar o mundo ou os seus semelhantes dum dia para outro, atormentando-se em aflições descabidas, mas deve ter cuidado de si, melhorando-se, educando-se e iluminando-se, sempre mais.” Emmanuel