13 dezembro 2008

Carência Afetiva (Letícia Thompson)

















Uma Bela Mensagem

Tem Algo Lhe Incomodando? (Desconheço O Autor)

Nunca Te Creias Inútil (Pelo Espírito Meimei. Livro: "Deus Aguarda". Psicografia: Chico Xavier)























O caminho para a Vida Superior começa na prestação de serviço aos outros.

E as Leis de Deus não te conservariam onde te encontras, se aí não tivessem necessidade de ti.

Reflete e reconhecerás que todos os seres, ao redor de teus passos, algo esperam que os mantenha e auxilie.

Erguendo-te, cada manhã, observa e perceberás que todos aqueles que te associam ao grupo doméstico,aguardam o teu sorriso ou a tua frase encorajadora,nos quais se nutram de equilíbrio para mais um dia de trabalho e de esperança.

Nas tarefas em que te vejas,os companheiros te rogam cooperação.

Na rua,os transeuntes te pedem paciência em que se te expressem o entendimento e a bondade.

E a lista das requisições prossegue aumentando...

O irmão da experiência comunitária te reclama simpatia;os necessitados aguardam pelo socorro que te faça possível;o animal te esmola proteção,a planta te requisita respeito,a fonte espera lhe faças a preservação e a defesa,o ambiente em que vives conta contigo,na execução dos próprios deveres,a fim de que a paz felicite a vida de todos...

E se estiveres de pensamento acordado,ante os princípios do Bem Eterno, compreenderás,em todas as situações e em todos os lugares,que Deus necessita de tua colaboração e espera por ti.

O Tempo de Deus (Desconheço O Autor)











Amor (Pelo Espírito Joanna De Ângelis. Psicografia: Divaldo Franco)





















Sedativo (Pelo Espírito Meimei . Psicografia: Francisco Cândido Xavier)



















OBS: Página recebida em reunião do Grupo Espírita da Prece, na noite de 11 de setembro de 1975, em Uberaba-MG.





É possível te encontres sob o impacto de aflitiva agitação.

Pacifica e serve.

Espera e trabalha.

Se dificuldades te espantam, eis chegada a hora da fé ativa, requisitando-te mais apoio em favor dos outros.

Se provações desabaram no caminho, terá soado o instante da paciência.

Surgiram companheiros incompreensivos...

Estarão em erro.

Viste irmãos desinformados...

Necessitam eles de esclarecimento na luz da tolerância.

Despontam acusadores...

Precisam de assistência fraterna.

Destacam-se aqueles outros que envenenam circunstâncias e pessoas, quando a mente se lhes mergulha em desequilíbrio...

São doentes, aguardando medicação.

Em toda situação insegura, arrima-te à confiança em Deus, amparando aos que te rodeiam.

E à frente de todos os que, porventura, te buscam tirar a serenidade, criando problemas e conflitos, matricula-te, pela imagem, na tua enfermaria de silêncio, e oferece-lhes o sedativo da oração.

A Melodia do Silêncio (Pelo Espírito Meimei. Livro: ” Instruções Psicofônicas”. Psicografia: Francisco Cândido Xavier)


























OBS: Esse livro foi ditado por Diversos Espíritos.



Repara a melodia do silêncio nas criações divinas.

No Céu, tudo é harmonia sem ostentação de força.

O Sol brilhando sem ruído...

Os mundos em movimento sem desordem...

As constelações refulgindo sem ofuscar-nos...

E, na Terra, tudo assinala a música do silêncio, exaltando o amor infinito de Deus.
A semente germinando sem bulício...

A árvore ferida preparando sem revolta o fruto que te alimenta...

A água que hoje se oculta no coração da fonte, para dessedentar-te amanhã...

O metal que se deixa plasmar no fogo vivo, para ser-te mais útil.

O vaso que te obedece sem refutar-te as ordens...

Que palavras articuladas lhes definiriam a grandeza?

É por isso que o Senhor também nos socorre, através das circunstâncias que não falam, por intermédio do tempo, o sábio mudo.

Não quebres a melodia do silêncio, onde tua frase soaria em desacordo com a Lei de Amor que nos governa o caminho!

Admira cada estrela na luz que lhe é própria...

Aproveita cada ribeiro em seu nível...

Estende os braços a cada criatura dentro da verdade que lhe corresponda à compreensão...

Discute aprendendo, mas, porque desejes aprender, não precisas ferir.

Fala auxiliando, mas não te antecipes ao juízo superior, veiculando o verbo à maneira do azorrague inconsciente e impiedoso.

"Não saiba tua mão esquerda o que deu a direita" - disse-nos o Senhor.

Auxilia sem barulho onde passes.

Recorda a ilimitada paciência do Pai Celestial para com as nossas próprias faltas e ajudemos, sem alarde, ao companheiro da romagem terrestre.

Que, muitas vezes, apenas aguarda o socorro de nosso silêncio, a fim de elevar-se à comunhão com Deus.

Agradeçamos (Pelo Espírito Meimei. Livro: “Sentinelas da Alma”. Psicografia: Francisco Cândido Xavier)
























Sabemos que a nossa mente, para evoluir, sofre processos de transformação por vezes violentos e rudes, qual acontece à terra necessitada de amanho para produzir.

Nos círculos da natureza, observamos o arado, vergastando o solo e ferindo-o, e se a grande massa rochosa aparece, de improviso, impedindo o esforço do lavrador, notamos que a dinamite comparece, estilhaçando os obstáculos...

Assim também a nossa inteligência não se modifica sem a visitação da dificuldade.

A lâmina dos problemas inquietantes como que nos tortura, dia-a-dia, constrangendo-nos à compreensão mais justa da vida e se o endurecimento espiritual é a nota de nossas reações, ante a passagem da máquina renovadora do sofrimento, surgem os impactos diretos da provação sobre a nossa experiência pessoal, desintegrando-nos antigas cristalizações no egoísmo e no orgulho.

Ofereçamos o coração do Divino Cultivador que é Jesus.

Digne-se o Mestre Divino fazer de nossa existência o que lhe aprouver.

Os golpes sublimes da Vontade superior sobre os nossos desejos serão recursos do máximo proveito para o nosso próprio futuro.

Se a dor nos procura, em forma de incompreensão do meio ou na máscara de tristes desilusões terrestres, abençoemo-la, acentuando a nossa fé viva em Nosso Senhor e continuemos servindo o próximo, na medida de nossas possibilidades, porque a dor é realmente a Sábia Instrutora, capaz de elevar-nos da Terra para os Céus.

Pelos Caminhos da Vida (Pelo Espírito Meimei. Livro: “Palavras do Coração”.























Segue fazendo o bem.

Provavelmente, não te faltarão espinhos e pedras. Pedras, no entanto, servem nas construções e espinhos lembram rosas.

Não percas a oportunidade de auxiliar. Se alguém te lança entraves à marcha, não te vincules à idéia do mal.

Reflete na Bondade de Deus e caminha. Não acuses a ninguém. Compadece-te e age amparando.

Quem te pareça no erro, unicamente haverá estragado em si mesmo o sonho de amor e aperfeiçoamento com que nasceu.

Não gastes tempo, medindo obstáculos ou lastimando ocorrências infelizes.

Ouve as frases do bem que te induzem à frente e esquece tudo aquilo que se te representa por apelo à desistência ou desânimo.

Alguns dos minutos das horas de que disponhas investidos no reconforto aos irmãos emparedados no sofrimento, ser-te-ão contados por créditos de alegria e de paz.

Sê a coragem dos que esmorecem e a consolação dos que perdem a esperança.

Onde encontres a presença da sombra, acende a luz da renovação.

Quando alguém te fale em tribulações do presente, destaca as possibilidades do futuro.

Aos irmãos que te exponham prejuízos de agora, aponta as vantagens que virão.

Estende a própria alma na dádiva que fizeres.

De tudo quanto ouças e vejas, fales ou faças, prevalece tão-somente o amor que puseres nas próprias manifestações.

Se percebes a vizinhança da tempestade,não te esqueças de que acima das nuvens reina o céu azul.

E se te reconheces, dentro da noite, conserva a segurança de tua fé, recordando sempre de que o amanhã trará um novo alvorecer.

A Cela Oculta (Pelo Espírito Meimei)
























Cada criatura, na Terra, traz consigo uma cela oculta em que trabalha com os instrumentos da provação em que se burila.

Pensa nisso e auxilia aos que te rodeiam.

Esse companheiro alcançou a fortuna,mas sofre a falta de alguém;

Outro dispõe de autoridade,no entanto, suporta espinhosos conflitos nos sentimentos;

Essa irmã construiu o lar sobre preciosas vantagens materiais,contudo, tem um filho que lhe destrói a felicidade;

E aquele outro atingiu o favor público,entretanto é portador de moléstia indefinível a corroer-lhe as forças.

Quando encontres alguém que te pareças em crises de inquietação e desarmonia,isso não é sinal de que a tua presença se lhe fez indesejável.

Esse alguém estará em momentos de enormes dificuldades no reduto invisível do coração em que se aperfeiçoa.

E os resíduos da luta íntima se lhes transbordam do ser pelas janelas do trato.

Observa o ponto nevrálgico da própria vida em que o sofrimento te procura para efeito de prova e compadece-te dos outros para que os outros se compadeçam de ti.

As Forças do Amanhã (Pelo Espírito Emmanuel. Livro:” Segue-me”. Psicografia: Francisco Cândido Xavier)























OBS: Esse livro foi publicado pela Editora O Clarim.

"Não sabeis que um pouco de fermento leveda a massa toda?" - Paulo (I Coríntios, 5:6)


Ninguém vive só.

Nossa alma é sempre núcleo de influência para os demais.

Nossos atos possuem linguagem positiva.

Nossas palavras atuam à distância.

Achamo-nos magneticamente associados uns aos outros.

Ações e reações caracterizam-nos a marcha.

É preciso saber, portanto, que espécie de forças projetamos naqueles que nos cercam.

Nossa conduta é um livro aberto. Quantos de nossos gestos insignificantes alcançam o próximo, gerando inesperadas resoluções?

Quantas frases, aparentemente inexpressivas, arrojadas de nossa boca estabelecem grandes acontecimentos?

Cada dia emitimos sugestões para o bem ou para o mal.

Dirigentes arrastam dirigidos.

Servos inspiram administradores.

Qual é o caminho que a nossa atitude está indicando?

Um pouco de fermento leveda a massa toda. Não dispomos de recursos para analisar a extensão de nossa influência, mas podemos examinar-lhe a qualidade essencial.

Acautele-te, pois, com o alimento invisível que forneces às vidas que te rodeiam.

Desdobra-se o destino em correntes de fluxo e refluxo.

As forças que hoje se exteriorizam de nossa atividade voltarão ao centro de nossa atividade, amanhã.

Melindres (Pelo Espírito André Luiz. Livro: "Sinal Verde”. Psicografia: Francisco Cândido Xavier)
























Não permita que suscetibilidades lhe conturbem o coração.

Dê aos outros a liberdade de pensar tanto quanto você é livre para pensar como deseja.

Cada pessoa vê os problemas da vida em ângulo diferente.

Muita vez, uma opinião diversa da sua, pode ser de grande auxílio em sua experiência ou negócio, se você se dispuser a estudá-la.

Melindres arrasam as melhores plantações de amizade.

Quem reclama agrava as dificuldades.

Não cultive ressentimentos.

Melindrar-se é um modo de perder as melhores situações.

Não se aborreça, coopere.

Quem vive de se ferir acaba na condição de espinheiro.

Felicidade (Pelo Espírito André Luiz. Livro: ”Sinal Verde”)

























Em matéria de felicidade convém não esquecer que nos transformamos sempre naquilo que amamos.

Quem se aceita como é, doando de si à vida o melhor que tem, caminha mais facilmente para ser feliz como espera ser.

A nossa felicidade será naturalmente proporcional em relação à felicidade que fizermos para os outros.

A alegria do próximo começa muitas vezes no sorriso que você lhe queira dar.

A felicidade pode exibir-se, passear, falar e comunicar-se na vida externa, mas reside com endereço exato na consciência tranqüila.

Se você aspira a ser feliz e traz ainda consigo determinados complexos de culpa, comece a desejar a própria libertação, abraçando no trabalho em favor dos semelhantes o processo de reparação desse ou daquele dano que você haja causado em prejuízo de alguém.

Estude a si mesmo, observando que o auto-conhecimento traz humildade e sem humildade é impossível ser feliz.

Amor é a força da vida e trabalho vinculado ao amor é a usina geradora da felicidade.

Se você parar de se lamentar, notará que a felicidade está chamando o seu coração para vida nova.

Quando o céu estiver em cinza, a derramar-se em chuva, medite na colheita farta que chegará do campo e na beleza das flores que surgirão no jardim.

12 dezembro 2008

Querer E Poder (Pelo Espírito André Luiz . Livro:” Recados da Vida”)























"Quando você não possua o que deseja, você pode valorizar aquilo que tem.

Se não consegue obter a afeição daqueles a quem mais ama, não se esqueça de se dedicar aos que amam a você, especialmente quando necessitem de seu concurso.

Quando não se lhe faça possível criar a grande alegria que alguém lhe solicite, você pode doar a esse alguém o sorriso que menos lhe custa.

Se não dispõe de recursos para colaborar com o muito com que estimaria brindar a essa ou aquela realização de beneficência, oferte a migalha ao seu alcance.

O essencial não é o tamanho do bem que se queira e, sim, o tamanho do amor que você coloque no bem que se decida a fazer."

Jesus: Nosso Único Caminho (Pelo Espírito André Luiz. Livro: ” Agenda Cristã. Psicografia: Francisco Cândido Xavier)























Não se prenda à beleza das formas efêmeras. A flor passa breve.

Não amontoe preciosidades que pesem na balança do mundo. As correntes de ouro prendem tanto quanto as algemas de bronze.

Não se escravize às opiniões da leviandade ou da ignorância. Incitatus, o cavalo de Calígula, podia comer num balde enfeitado de pérolas, mas não deixava, por isso, de ser um cavalo.

Não alimente a avidez da posse. A casa dos numismatas vive repleta de moedas que serviram a milhões e cujos donos desapareceram.

Não perca sua independência construtiva a troco de considerações humanas. A armadilha que pune o animal criminoso é igual à que surpreende o canário negligente.

Não acredite no elogio que empresta a você qualidades imaginárias. Vespas cruéis por vezes se escondem no cálice do lírio.

Não se aflija pela aquisição de vantagens imediatas. Os museus permanecem abarrotados de mantos de reis e de outros "cadáveres de vantagens mortas".

Dez Maneiras de Ajudar Com Segurança (Pelo Espírito André Luiz . Livro:” Cartas do Coração”. Psicografia: Francisco Cândido Xavier)






















Não discuta.

Se você é aprendiz do Evangelho, não ignora que o Divino Mestre permanece atento, na redenção do mundo, e que devemos estar vigilantes na execução do serviço que nos compete.


Não critique.

Observemos o setor de nossas obrigações e realizemos o melhor na obra geral, usando as possibilidades ao nosso alcance.


Não reclame.

Contentarmo-nos com o ato de servir é simples dever e quem centraliza a mente na tarefa que lhe é própria não dispõe de tempo para formular queixas inoportunas.


Não condene.

Reparemos a parte aproveitável nas situações difíceis e esqueçamos todo mal.


Não exija.

Coopere sem rogar a colaboração alheia, de vez que a responsabilidade pertence a todos e cada um de nós será examinado de acordo com as próprias obras.


Não fuja.

Jamais olvide que o problema é a lição da vida. O aluno que teme o ensinamento, descerá naturalmente à retaguarda.


Não se precipite.

Usemos a serenidade. O trabalhador que sabe aproveitar os minutos e respeitá-los, nunca sofre os castigos do tempo.


Não tema.

Quando fixamos o cérebro e o coração em Cristo somos simples agentes d'Ele e quem cumpre a Vontade do Mestre, não deve nem pode recear coisa alguma.


Não se engane.

Ninguém precisa aplicar os raios candentes na verdade, a propósito dos mínimos acontecimentos da vida, desfigurando a alegria que deve imperar nos domínios da sementeira e da esperança, mas não perca de vista o que é essencial ao seu progresso, à sua felicidade e à sua redenção para o grande caminho.


Não se entristeça.

Lembre-se de que o Nosso Mestre é o Salvador pela Ressurreição. Sofrimento, amargura e morte são sombras. A cruz do Amigo Divino era degrau para a Glória Celeste.

Seja esse pensamento uma luz permanente em nossa alma que jamais deve abrir-se ao desânimo.

A certeza de que somos os seguidores felizes do Cristo Imortal é para nós motivo de soberana resistência e de eterno júbilo.

Afetos E Desafetos ( Pelo Espírito Bezerra de Menezes)
















Mensagem recebida por psicofonia pela médium Shyrlene Soares Campos, em reunião do dia 22/12/94, no Núcleo Servos Maria de Nazaré, em Uberlândia – MG.



Filhos amados:

A vida é uma grande escola, onde aprendemos lições que devem ser repassadas todos os dias. Meditadas, revividas as experiências boas e experiências más, permanecendo essas últimas como advertência.

A verdade é, meus filhos, que em cada vida, e, cada curso terreno, nós nos deparamos com adversários implacáveis do ontem, que hoje se colocam no nosso roteiro para se tornarem desequilíbrio, tormento, problemas. Eles já trazem a mesma forma de antigas eras, mas trazem dentro do coração os mesmos ressentimentos. Essas mágoas se diluíram um pouco, porém ainda se fazem presentes. Também nos deparamos com afeições que superaram séculos de testes e que nos ajudam e fortalecerem, ombreando conosco na escala do enriquecimento espiritual e em busca da luz.

Mas todas essas situações e todas essas pessoas, meus filhos, muitas e muitas vezes se nos deparam no próprio âmbito familiar, a nos requisitar muita prudência, muita vigilância, muita perseverança. São elas que nos exigem, mais diretamente de nós, cuidados especiais permanentes, incessante exercício no bem, na caridade, na suportação. Por isso, meus filhos, às vezes os lares são palcos de tantas tragédias, e lá fora, sem a influência do lar, existem tantas afeições queridas.

Dessa maneira é que devemos, cada vez mais, conscientizarmo-nos de que Jesus está presente em todas as situações, mas no teste do dia-a-dia, nas lições suadas e sofridas das provas terrenas, devemos estar sempre vigilantes e sempre a postos para que o instante abençoado de servir se transforme num instante de luz, de amor e de crescimento. Porque dentro do lar é que fomos requisitados, realmente, aos maiores testemunhos de sacrifício, às maiores renúncias e às maiores demonstrações de fé.

Que Jesus nos ampare sempre, e continuemos nessa imensa casa, que é o mundo, a servir sem cessar, compartilhando de horas e momentos, todos na mesma trilha evolutiva, em busca de Jesus e de sua leis maiores!

Pensar (Pelo Espírito André Luiz. Livro:” Respostas da Vida”. Psicografia: Francisco Cândido Xavier)



















O pensamento é a nossa capacidade criativa em ação.

Em qualquer tempo, é muito importante não nos esquecermos disso.

A idéia forma a condição; a condição produz o efeito; o efeito cria o destino.

A sua vida será sempre o que você esteja mentalizando constantemente.

Em razão disso, qualquer mudança real em seus caminhos, virá unicamente da mudança de seus pensamentos.

Imagine a sua existência como deseja deva ser e, trabalhando nessa linha de idéias, observará que o tempo lhe trará as realizações esperadas.

As leis do destino carrearão de volta a você tudo aquilo que você pense.

Nesta verdade, encontramos tudo o que se relacione conosco, tanto no que se refere ao bem, quanto ao mal.

Observe e verificará que você mesmo atraiu para o seu campo de influência tudo o que você possui, tudo aquilo que faz parte do seu dia-a-dia.

Deus é Amor e não pune criatura alguma. A própria criatura é que se culpa e se corrige, ante os falsos conceitos que alimente com relação a Deus.

Em nosso íntimo a liberdade de escolher é absoluta; depois da criação mental que nos pertence, é que nos reconhecemos naturalmente sujeitos a ela.

O Bem Eterno é a Lei Suprema; mantenha-se no bem a tudo e a todos, e a vida se lhe converterá em fonte de bênçãos.

Através dos princípios mentais que nos regem, de tudo aquilo de nós que dermos aos outros, receberemos dos outros centuplicadamente.

Não Julgues Teu Irmão (Pelo Espírito André Luiz. Livro: "Comandos do Amor". Psicografia: Francisco Cândido Xavier)



















Amigo.

Examina o trabalho que desempenhas.

Analisa a própria conduta.

Observa os atos que te definem.

Vigia as palavras que proferes.

Aprimora os pensamentos que emites.

Pondera as responsabilidades que recebeste.

Aperfeiçoa os próprios sentimentos.

Relaciona as faltas em que, porventura, incorreste.

Arrola os pontos fracos da própria personalidade.

Inventaria os débitos em que te inseriste.

Sê o investigador de ti mesmo, o defensor do próprio coração,o guarda de tua mente.

Mas, se não deténs contigo a função do juiz, chamado à cura das chagas sociais, não julgues o irmão do caminho, porque não existem dos problemas, absolutamente iguais, e cada espírito possui um campo de manifestações particulares.

Cada criatura tem o seu drama, a sua aflição, a sua dificuldade e a sua dor.

Antes de julgar, busca entender o próximo e compadece-te, para que a tua palavra seja uma luz de fraternidade no incentivo do bem.

E, acima de tudo, lembra-te de que amanhã, outros olhos pousarão sobre ti, assim como agora a tua visão se demora sobre os outros.

Então, serás julgado pelos teus julgamentos e medido, segundo as medidas que aplicas aos que te seguem.

Se Você Puder (Pelo Espírito André Luiz)



















Se você puder, hoje ainda:

Olvide contratempos e mostre um sorriso mais amplo para aqueles que lhe compartilham a vida;

Dê mais um toque de felicidade e beleza em seu recanto doméstico;

Faça a visita , mesmo ligeira , ao doente que você deseja reconfortar;

Escreva , ainda que seja simples bilhete, transmitindo esperança e tranqüilidade em favor de alguém;

Melhore os seus conhecimentos, no setor de trabalho a que esteja empregando seu tempo;

Estenda algo mais de otimismo e de alegria aos que se encontrem nas suas faixas de convivência;

Procure esquecer – mas esquecer mesmo – tudo o que se lhe faça motivo de tristeza ou aborrecimento;

Leia alguma página edificante e escute música que pacifique o coração;

Dedique alguns minutos à meditação e à prece;

Pratique , pelo menos , uma boa ação sem contar a ninguém.

Estas indicações de apoio espiritual, se forem observadas, farão grande bem aos outros, mas especialmente a você mesmo.

Para Refletir (Albert Einstein)



















“Um raciocínio lógico leva você de A a B. Imaginação leva você a qualquer lugar que você quiser.' (Albert. Einstein)

Norma de Ouro (Pelo Espírito André Luiz. Livro: “Sol na Alma”)



















Ama o próximo como a ti mesmo.

A regra áurea reconhece o amor a nós próprios, justificando a necessidade do auto-apreço, para que não estejamos pregando estima aos outros, a chafurdar-nos em desmazelo.

Muito naturalmente aspiramos ao respeito pelos direitos que a vida nos atribui.

Almejamos a cooperação de muitos para que os nossos deveres se façam bem cumpridos.
Nas horas do erro, agradecemos a caridade dos que nos propiciem o reconforto da tolerância.

Nos momentos de acerto, sentimos noivo impulso ao serviço ante os estímulos da amizade.

Acicatados pela necessidade, queremos que os outros nos auxiliem.

Doentes, não duvidamos de que o próximo tem a obrigação de amparar-nos.

Diante daqueles que amamos exigimos a consideração dos que se aproximam.

Nas tarefas que impelidos a realizar aguardamos a avaliação afetiva dos que andam conosco.

Forçoso observar que os outros esperam também tudo isso.

A incompreensão aborrece-nos, o sarcasmo que se nos atira mais se assemelha a esbraseado estilete com que se nos revolve os tecidos da alma.

Acontece o mesmo na sensibilidade de quantos nos cercam.

Por outro lado, não nos seria lícito receitar educação para os semelhantes sem sermos educados, e nem apelar para o caráter alheio se nos amodorramos no charco da incúria.

'Ama o próximo como a ti mesmo', diz a norma de ouro.

Nada de endeusar-nos, nem aparentar valor que não temos, mas respeitar-nos, garantindo ao nosso espírito o dom de aprender, servir e melhorar-nos com tranqüilidade de consciência.

Para chegarmos a isso, reconhecer que, em tudo, é preciso dar e fazer aos outros tudo aquilo que desejamos seja dado e feito a nós.

Lição E Auxílio ( Pelo Espírito André Luiz. Livro: “Endereços da Paz”. Psicografia: Francisco Cândido Xavier)















Aconselhas o outro para que se conheça e afirmas que para isso é forçoso que o outro se desvencilhe das trevas que o sufocam...

Como podes, no entanto, formular essa ordem, sem auxiliá-lo a curar as feridas ou a sanar as deformidades que o afligem, dentro da armadura de sombras a que se acolhe?

Conseguirás, porventura, libertar um homem do cárcere a que se prende, sem estender-lhe a chave?